quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Três motivos para não julgarmos alguém!

"Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida com que tiverdes medido vos medirão também. Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porem não reparas na trave que esta no teu próprio? Ou como dirás a teu irmão: deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e então verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão" (Mt 7.1-5).

"Uma certa igreja estava precisando de pastor. Um dos presbíteros escreveu uma carta como se tivesse recebido de um candidato e a leu perante o conselho da igreja: Senhores: sabendo que o púlpito de sua igreja está vago, gostaria de candidatar-me ao cargo.
Tenho muitas qualidades que, penso, irão apreciar. Tenho sido abençoado com o peder na pregação e tenho tido bastante sucesso como escritor. Alguns dizem que sou bom administrador; algumas pessoas, contudo, tem alguma coisa contra. Tenho mais de cinquenta anos de idade. Nunca fiquei no mesmo lugar. Tive que deixar uma cidade, porque a obra causou tumulto e disturbios. Tenho que admitir que estive na cadeia, três ou quatro vezes, mas não por más ações. Minha saúde não é muito boa, embora eu consiga trabalhar muito. Tenho exercido minha profissão para pagar as despesas. As igrejas em que tenho pregado, são pequenas, embora localizadas em várias cidades grandes. Eu não tenho tido comunhão com os líderes religiosos das diversas cidades onde tenho pregado. Para falar a verdade, alguns deles me levaram as barras do tribunal e me atacaram física e violentamente. Eu não sou bom para manter arquivos de registros. muitos sabem que eu esqueci a quem batizei. Todavia, se os senhores quiserem me aceitar, esforçarme-ei ao máximo, mesmo que seja obrigado a trabalhar para custear o meu sustento". Depois de ler esta carta diante do conselho, o presbítero perguntou aos oficiais se estavam interessados neste candidato. Eles replicaram que ele jamais serviria para aquela igreja. Eles não queriam um homem enfermo, contencioso, turbulento, um presidiário descabeçado. E ainda mais, a apresentação deste candidato era até um insulto para a igreja. Depois perguntaram qual era o nome do candidato, e a resposta foi: O apóstolo Paulo! (Extraído de: O mensageiro, 1999, pg.62).
A seguir, três motivos para não julgarmos alguém:

1. Para não sermos julgados (v.1).
a. Pois seremos seremos condenados naquilo que condenamos os outros! (v.2).
b. Porque sempre temos algo de errado em nossas vidas (v.3)

2. Para não cometermos o risco de julgarmos mal, como o pessoal de nossa hestória. O senhor Jesus quando se refere ao ato de julgar, nos lembra que não devemos julgar com base na aparência dos fatos, mas sim conforme a reta justiça, que é baseada, alicerçada e totalmente centralizada na Bíblia sagrada! (Jo 7.24). Os amigos de Jó, o julgaram errado e Deus se irou com eles por causa disso, pois no mau juízo que fizeram, distorceram a imagem de Deus (Jó 42. 7-9).

3. Para não nos tornármos hipócritas (v.5).
a. Pois o hipócrita não reconhece o seu próprio erro e pecado, que é geralmente maior do que o alheio!
b. Pois o hipócrita em sua loucura e presunção, finge justiça ou interesse espiritual, ordenando que os outros endireitem suas vidas.

Conclusão:

Nunca é bom julgarmos aguém, mas se preciso for, todo o juízo e orientação a alguém, deve ser feita com base na palavra de Deus e com o temor de Deus, sempre lhe pedindo sabedoria e graça. Portanto, não devemos sair por ai falando mal dos outros, principalmente dos ministros de Deus e líderes da igreja do Senhor, mas sim orientarmos a todos os vacilantes a seguir o caminho do Senhor e de sua palavra.
Pr. Igor de Moura Cogoy.  


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